Estou muito satisfeito em ter participado do curso de Didática do Ensino Superior e principalmente com esta turma, o aprendizado que somamos durante o curso com a Professora Elizabeth Rego, foi de grande importância para o crescimento todos acredito que foram superadas as nossas expectativas.
Alguns assuntos que aprendemos de grande (na minha opinião) importância foram:
Estando em sala de aula devo estar sendo um ser aberto a indagações, um ser critico e inquiridor, inquieto em face da tarefa que tenho a de ensinar e não a de transferir conhecimento.
O modelo organizacional do ensino brasileiro que está em decadência e o relatório PISA que está aí para confirmar.
Quem ensina aprende ao ensinar e quem aprende ensina ao aprender.
Ensinar não é transferir conhecimento, mas criar as possibilidades para a sua produção ou sua construção
.
O modelo organizacional do ensino brasileiro que está em decadência e o relatório PISA que está aí para confirmar.
Em tempos turbulentos a sociedade mudou com um todo é necessário que a escola abandone toda a sua sistemática do passado e defina um novo modelo que vislumbre um horizonte infinitamente mais amplo, pois a responsabilidade provém do conhecimento para que se tenha uma sociedade mais evoluída.
Abandonar o modelo atual seria um grande passo para o ensino brasileiro para que o ensino avance.
No mais queria desejar a todos boa sorte neste novo passo que não é nada fácil o mundo é pequeno a gente se encontra a Professora Elizabeth Rego não tenho palavras para descrever como foi importante estes poucos dias de aprendizado nos divertimos bastante parecíamos todos crianças no jardim de infância (é no jardim de infância onde nós somos mais motivados a aprender) nós íamos para aula com muito mais motivação demonstrando assim o tanto que foi agregadora essa nossa experiência.
“Valeu muito esta experiência foi demais Obrigado Tia Beth”
O livro, Pedagogia da Autonomia não é um livro para ser lido uma vez só, é um livro para que nós, enquanto futuros educadores precisaremos ler e reler ao longo da nossa jornada.
Este livro também nos leva a refletir como nós futuros educadores devem construir relacionamentos com seus alunos, buscando o propósito de entendê-los e de transmitir conhecimento sem invadir o espaço e cultura de cada membro dessas comunidades, pois, às vezes queremos transmitir algo do nosso modo e esquecemos que o comportamento deles pode ser de aceitação ou rejeição ao que estamos oferecendo, daí, colocamos tudo a perder, inclusive a oportunidade de formar um cidadão
.Desta forma este livro deve se tornar o nosso livro de cabeceira a cada vez que você lê, aprende mais, se inspira e se conscientiza de que o trabalho educativo é mais que o simples trabalho de, instruir. É o trabalho formar e de encaminhar novas gerações de indivíduos mais conscientes das necessidades de uma grande comunidade.
Em 2007, foi criado o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb ). O indicador, que mede a qualidade da educação, foi pensado para facilitar o entendimento de todos e estabelecido numa escala que vai de zero a dez. A partir deste instrumento, o Ministério da Educação traçou metas de desempenho bianuais para cada escola e cada rede até 2022. O novo indicador utilizou na primeira medição dados que foram levantados em 2005. Dois anos mais tarde, em 2007, ficou provado que unir o país em torno da educação pode trazer resultados efetivos.
A média nacional do Ideb em 2005 foi 3,8 nos primeiros anos do ensino fundamental. Em 2007, essa nota subiu para 4,2, ultrapassando as projeções, que indicavam um crescimento para 3,9 nesse período. O indicador já alcançou a meta para 2009. Se o ritmo for mantido, o Brasil chegará a uma média superior a 6,0 em 2022. É o mesmo que dizer que teremos uma educação compatível com países de primeiro mundo antes do previsto.
Com o Ideb, os sistemas municipais, estaduais e federal de ensino têm metas de qualidade para atingir. O índice, elaborado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep /MEC), mostra as condições de ensino no Brasil. A fixação da média seis a ser alcançada considerou o resultado obtido pelos países da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), quando se aplica a metodologia do Ideb em seus resultados educacionais. Seis foi a nota obtida pelos países desenvolvidos que ficaram entre os 20 mais bem colocados do mundo.
A partir da análise dos indicadores do Ideb, o MEC ofereceu apoio técnico ou financeiro aos municípios com índices insuficientes de qualidade de ensino. O aporte de recursos se deu a partir da adesão ao Compromisso Todos pela Educação e da elaboração do Plano de Ações Articuladas (PAR).
Em 2008, todos os 5.563 municípios brasileiros aderiram ao compromisso. O ministro da Educação, Fernando Haddad, telefonou pessoalmente para os 15 últimos prefeitos que ainda não haviam assinado o termo de adesão. No dia 30 de julho deste ano, foi completada a inscrição de 100% dos municípios brasileiros. Assim, todos os municípios e estados do Brasil se comprometeram a atingir metas como a alfabetização de todas as crianças até, no máximo, oito anos de idade.
O MEC dispõe de recursos adicionais aos do Fundo da Educação Básica (Fundeb) para investir nas ações de melhoria do Ideb. O Compromisso Todos pela Educação propõe diretrizes e estabelece metas para o Ideb das escolas e das redes municipais e estaduais de ensino.
Visitei ao site do Ministério da Educação no endereço eletrônico http://www.mec.gov.br.
Apresentação
A apresentação apresenta um padrão de quem parece que não quer ser visto sem despertar muito a curiosidade deixa muito a desejar, apesar de tudo o site apresenta boa navegabilidade
Pesquisa do IGC
Resultado da pesquisa do Índice Geral de Cursos – IGC,
Trabalho de avaliação de instituições in loco será facilitado
Estudantes, pais, professores e instituições de ensino superior (IES) poderão acompanhar com maior clareza os processos de avaliação dos cursos de graduação e pós-graduação, a partir do novo Índice Geral dos Cursos da Instituição (IGC), divulgado nesta segunda-feira, 8, no Ministério da Educação. O índice é construído com base numa média ponderada das notas de cada instituição. Assim, sintetiza num único indicador a qualidade de todos os cursos de graduação, mestrado e doutorado, e a sociedade poderá escolher melhor os cursos e as instituições.
Além de conferir mais transparência ao processo, o indicador também oferecerá subsídios consistentes ao trabalho de avaliação in loco de cada instituição. Todas serão avaliadas por especialistas em até doze meses, a partir desse mês.
De acordo com o ministro da Educação, Fernando Haddad, os resultados das visitas in loco e do desempenho dos estudantes eram muito discrepantes. Agora, os avaliadores irão a campo com todos os dados objetivos relativos a cada instituição para que as informações sirvam de guia para julgamento mais criterioso.
Após as visitas, disse o ministro, caso sejam identificados problemas, duas conseqüências serão possíveis. “Se especialistas diagnosticarem dificuldades, ou se sela um termo de compromisso de saneamento de deficiências, ou, no limite, haverá perda de prerrogativas de autonomia ou até o descredenciamento”, afirmou.
O termo de saneamento prevê medidas para melhorar a qualidade do ensino e pode implicar contratação de mais doutores, mudança do regime de trabalho dos docentes, investimento em infra-estrutura, entre outros fatores.
“O objetivo do processo como um todo é melhorar a qualidade do ensino superior no país, sobretudo daquelas instituições que não vêm demonstrando um grande compromisso com a qualidade”, destacou Haddad.
Segundo o ministro, o indicador também servirá para orientar a abertura de novos cursos. Caso o desempenho em cursos de uma instituição seja recorrentemente abaixo do esperado, a concessão de um novo crédito para novo curso, por exemplo, considerará os resultados do indicador de cursos. “O avaliador contará com o histórico da instituição”, ressaltou o ministro.
Ao todo, 173 universidades, 131 centros universitários e 1.144 faculdades isoladas, integradas e outros terão seu IGC divulgado, em valores contínuos (que vão de 0 a 500) e em faixas (de 1 a 5). Isso significa que, além de a instituição apresentar uma nota, de 1 a 5, será possível perceber gradações dentro da mesma faixa. Assim uma instituição pode ter nota quatro, mas estar muito próxima da nota cinco, por exemplo.
São utilizados no cálculo do indicador a média dos Conceitos Preliminares de Curso (CPCs) da instituição – componente relativo à graduação – e o conceito fixado pela Capes para a pós-graduação. A média dos conceitos dos cursos é ponderada, de acordo com o número de matrículas dos alunos entre os diferentes níveis de ensino (graduação, mestrado e doutorado).
Pode-se consultar sobre a Educação de Nível Superior, pois existem Políticas e Programas na Educação superior identifiquei algumas como : Prouni, Fies, Reuni.
Leis de Diretrizes e Bases da Educação
Link para a Lei de Diretrizes e Base da Educação Nacional clique aqui
Criando oportunidades de aprendizagem continuada ao longo da vida
No passado a escola fornecia cerca de 80% da informação que um profissional necessitava; hoje se estima que a escola fornece cerca de 2% de todo o conhecimento que um profissional necessita.
Como a escola é uma das organizações que formalizam o aprendizado, em nosso país na nossa visão ela vem substituindo a sua verdadeira função que deveria ser a de organizar as idéias dos indivíduos com o envolvimento e compromisso, ou seja, motivar para tornar que o ensinar e o aprender se tornem prazerosos.
Na vida real neste ambiente de estudo logo nos primeiros anos o caçador ativo desaparece vindo a se tornar um receptor passivo perdendo até o interesse em aprender e ainda com este interesse voltado para experiências que estão acontecendo fora do ambiente escolar isto é com a ausência do ensino formal.
Após o ensino superior por vezes assumimos uma das duas funções ou caçador ativo ou receptor passivo as vezes nem um nem outro depende muito do estilo de aprendizagem e vai de acordo no contexto de sociedade ou comunidade na qual estamos inseridos.
O aprendizado não deveria depender apenas de aulas presenciais, mas porque o conceito de aprendizagem não deve estar restrito ao período escolar, portanto, a escola é um, dentre muitos outros, dos ambientes em que seria possível se adquirir o conhecimento.
Pensar na escola como se pensa hoje é agir isoladamente e continuar em um erro que é conhecido mas que muito pouco se faz para a mudança de um modelo ultrapassado que não produzirá melhoresresultados.
Artigo “Criando oportunidades de aprendizagem continuada ao longo da vida”, de José Armando Valente, publicado na Revista Pátio.
Até agora, avaliação é de que os custos econômicos e políticos da adesão ainda seriam altos. Nós próximos dias, o Ministério da Fazenda começa a avaliar as vantagens e os custos da possível adesão do Brasil à OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), o clube dos países mais ricos, cuja sede fica em Paris. Na terça-feira, a Fazenda publicou a portaria 404 no Diário Oficial, que nomeia dez representantes do grupo de trabalho que fará a análise. Até agora, a avaliação é de que os custos econômicos e políticos da adesão ainda seriam altos.
Politicamente, o País correria o risco de ser isolado e de perder articulação entre os países em desenvolvimento, principalmente na América Latina, a exemplo do que aconteceu com o México que, pelas mãos dos Estados Unidos, foi o primeiro país em desenvolvimento a entrar para a OCDE, depois de integrar o Nafta (Área de Livre Comércio da América do Norte). Depois, apenas a Coréia do Sul entrou.
Do ponto de vista econômico, o governo não quer engessar a capacidade de decidir sobre políticas públicas de desenvolvimento. Isso porque a OCDE possui regras de convergência em diversas áreas, inclusive macroeconômicas, embora não estabeleça metas. Os países membros têm obrigação de adotar as decisões. Um exemplo é o código de liberalização do movimento de capital ou a adoção de regras para combater a corrupção nas transações internacionais entre as empresas. Ou ainda a obrigatoriedade de adotar padrões internacionais de sanidade para frutas e vegetais. Ou seja, o Brasil teria que se comprometer com uma série de normas, para as quais pode não estar pronto.
As recomendações da OCDE não são obrigatórias, mas costumam ser adotadas por todos os membros, como os limites fixados para equalizar taxas de juros internacionais em financiamentos de empresas nacionais.
O Brasil adotou uma dessas regras em julho, quando a Embraer e a Bombardier, do Canadá, que é membro da OCDE, fecharam um acordo.
Por causa desses custos, segundo fontes do governo, a tendência é o País esperar pela adequação das diversas áreas de governo antes de dar esse passo. Não há data fixada para que isso ocorra, mas na avaliação da Fazenda e do Itamaraty, o Brasil só estará em condições de ser um membro pleno da OCDE no médio prazo. O grupo de trabalho fará esse levantamento.
Ao contrário da fixação do atual governo por uma vaga permanente no Conselho de Segurança das Nações Unidas, meta para a qual o governo possui estratégia definida, a discussão sobre a entrada na OCDE é reativa. É o Brasil que responde ao assédio da organização. Desde que começou a se interessar pelo aprofundamento do diálogo com as grandes economias emergentes, no fim dos anos noventa, a OCDE vem se aproximando desses países. Com as mudanças no cenário internacional e maior peso de economias emergentes, além de Brasil, China, Rússia, Índia e entre outras, a OCDE percebeu que só vai manter o espaço que possui na arena internacional se incluir essas economias. Por isso, abriu a esses países a participação em comitês. O Brasil participa do Comitê do Aço da OCDE como membro permanente e, como observador, está em outros oito comitês. A cooperação tem sido crescente desde 1998 e em 2006 o Brasil participou de 106 reuniões e fóruns da OCDE.No dia 27 de agosto, a Fazenda publicou portaria instituindo o grupo de trabalho parta estudar o ingresso do país na OCDE. No dia seguinte corrigiu a portaria e esclareceu que o grupo vai analisar o aumento da cooperação entre o país e a OCDE, com o objetivo de um possível ingresso no futuro. De acordo com a Fazenda, houve um equívoco na redação do texto. A criação do grupo foi uma resposta à última assembléia da organização, em maio, quando os membros do clube levantaram a hipótese, ao examinarem a situação dos países não membros com os quais a OCDE coopera.
Na ocasião, o organismo criou dois grupos. Um dos países que estão em processo de adesão, que incluiu a Rússia, que tenta entrar para a OCDE há dez anos, o Chile, que pediu adesão no ano passado, além de Israel, Eslovênia e Estônia. E outro grupo dos países com os quais ela quer aumetar a cooperação com vistas a formalizar um convite no futuro. É o caso de Brasil, China, Índia, África do Sul e Indonésia. Mas, de acordo com a resolução da organização, a adesão depende dos membros considerarem que o candidato não só deseja, mas está apto a seguir suas práticas, políticas e padrões.
Segundo o Itamaraty, para o Brasil não interessa uma OCDE que queira a adesão como forma de converter esses países em seus modelos, mas que seja flexível com suas políticas de desenvolvimento.
De hoje, dia 27, até a próxima sexta-feira, dia 30 de maio, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) realizará o pré-teste do Pisa 2009. O pré-teste será aplicado em 61 escolas de ensino fundamental e médio de todo o País. Sua aplicação tem como objetivo promover a validação dos novos itens, além de desenvolver pesquisa de campo que possibilite a revisão e o ajuste das metodologias e dos instrumentos que irão compor a aplicação definitiva do Pisa em 2009. Estima-se que esse pré-teste envolva a participação de cerca de 2.500 alunos.
O Pisa (Programa Internacional para Avaliação de Alunos) é uma avaliação que ocorre desde 2000 e que se repete a cada três anos. São avaliados estudantes de 15 anos de idade. O objetivo do Programa é produzir, em todos os mais de 60 países envolvidos, indicadores de desempenho estudantil voltados às políticas educacionais, fornecendo orientações, incentivos e instrumentos para melhorar a efetividade da educação. Além disso, o teste possibilita aos países participantes a comparação internacional dos desempenhos. A próxima edição será em 2009 e terá como foco a Leitura.
O pré-teste do PISA é uma etapa importante do programa porque serve para garantir a comparabilidade internacional da avaliação. Esta etapa será realizada por todos os países participantes do PISA 2009. A amostra brasileira de escolas para o pré-teste foi selecionada com base no mesmo plano amostral que orientou a última edição do PISA, em 2006, tendo como estratos principais as unidades da federação e levando em conta a proporcionalidade de cada estrato em relação ao universo de alunos.
Uma novidade que se espera implementar na próxima edição do Pisa, e que também será pré-testada, é aplicação dos instrumentos a alunos que não representam a população-alvo do PISA, mas que estejam cursando o primeiro ano do ensino médio, que é, no caso brasileiro, o ano modal da população-alvo. Essa nova pesquisa tem por finalidade avaliar até que ponto a defasagem idade/série afeta o desempenho dos alunos brasileiros nesta avaliação internacional.
Inep recebe visita de dirigente educacional da OCDE
O Inep realiza na quarta-feira, 21, uma reunião entre sua diretoria e Andreas Schleicher, dirigente da OCDE – Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico. Schleicher é o responsável, na instituição, pela área de indicadores educacionais e análise de dados. Um dos objetivos do encontro é aproximar as pesquisas da autarquia brasileira dos padrões internacionais, o que permitirá melhores comparações com os indicadores de outros países.
A OCDE é um órgão internacional e inter-governamental que reúne os países mais industrializados, com o objetivo de potencializar seu crescimento econômico e colaborar com o desenvolvimento dos países associados. O organismo tem comitês especializados em temas diversos da economia internacional e das políticas públicas, sendo a Educação uma delas. A entidade reúne 30 membros plenos, mantém relações localizadas com outros 70 países e coopera com organizações internacionais e regionais em todas as áreas de sua competência. Seus membros representam cerca de 65% do PIB mundial.
O Brasil não é membro da OCDE, mas tem tido participação crescente junto à organização, sendo solicitado, de forma regular, a participar de seus trabalhos. O Pisa – Programa de Avaliação Internacional de Estudantes – é um dos programas da organização dos quais o Brasil participa. A preocupação em produzir dados passíveis de comparação internacional tem pautado as ações do Inep, que segue o padrão de operacionalização da OCDE na coleta e análise de dados, bem como nos indicadores pesquisados.
Nessa reunião entre dirigentes do Inep e o representante da área de educação da OCDE será discutida a participação do Brasil em outros programas educacionais: o Ines e o Talis. O Ines é um projeto que pretende gerenciar a coleta de dados educacionais, padronizar fontes de dados nacionais e desenvolver indicadores internacionais. Entre suas diversas funções, estão o desenvolvimento de indicadores sobre sucesso educacional, sobre o funcionamento das escolas, sobre a transição da escola para o mercado de trabalho, entre outras. O Talis tem como objetivo construir indicadores de comparabilidade internacional de forma a auxiliar países no desenvolvimento de suas políticas para professores, ensino e aprendizagem.
É muito interessante abordagem do filmequanto ao tema pedagógico e para que todos observemcom outrosolhos a hipocrisia das famílias da época em manter as aparências ondea sociedade americana pretendia apresentar para o mundo como um modelo de família a ser seguido nos anos 40 e 50
Chamou-me a atenção neste filme a flexibilidade, a capacidade da professora se superar perante o desafio das super alunas, quando percebe isto Watson quebra o protocolo e insere algumas variações didáticas fazendo que as alunas pensem sem o decoreba das apostilas.
Ela apresenta uma paixão pelo que faz e tenta com suas aulas preparar as meninas para a realidade do mundo mesmo com a vigilância tradicional dos professores mais antigos e da própria diretoria em uma formação em que a mulher só servia ao marido e a família.
Um algoritmo de computador desenvolvido na Holanda pela Universidade de Amsterdã, em colaboração com a Universidade de Illinois nos Estados Unidos, descreveu o sorriso de Mona Lisa como uma mulher 83% feliz, 9% enjoada, 6% atemorizada e 2% incomodada.
Poderia este resultado fazer algum tipo de referência ao filme que assistimos ? deixo aquíno Blog a pergunta para a reflexão do grupo