DADOS E METAS DO IDEB DISPONÌVEIS NO LINK http://www.inep.gov.br/salas/download/ideb/Ideb_Projecoes.pdf
Escrito por matt1 às 19h49
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IDEB
Em 2007, foi criado o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb ). O indicador, que mede a qualidade da educação, foi pensado para facilitar o entendimento de todos e estabelecido numa escala que vai de zero a dez. A partir deste instrumento, o Ministério da Educação traçou metas de desempenho bianuais para cada escola e cada rede até 2022. O novo indicador utilizou na primeira medição dados que foram levantados em 2005. Dois anos mais tarde, em 2007, ficou provado que unir o país em torno da educação pode trazer resultados efetivos.
A média nacional do Ideb em 2005 foi 3,8 nos primeiros anos do ensino fundamental. Em 2007, essa nota subiu para 4,2, ultrapassando as projeções, que indicavam um crescimento para 3,9 nesse período. O indicador já alcançou a meta para 2009. Se o ritmo for mantido, o Brasil chegará a uma média superior a 6,0 em 2022. É o mesmo que dizer que teremos uma educação compatível com países de primeiro mundo antes do previsto.
Com o Ideb, os sistemas municipais, estaduais e federal de ensino têm metas de qualidade para atingir. O índice, elaborado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep /MEC), mostra as condições de ensino no Brasil. A fixação da média seis a ser alcançada considerou o resultado obtido pelos países da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), quando se aplica a metodologia do Ideb em seus resultados educacionais. Seis foi a nota obtida pelos países desenvolvidos que ficaram entre os 20 mais bem colocados do mundo.
A partir da análise dos indicadores do Ideb, o MEC ofereceu apoio técnico ou financeiro aos municípios com índices insuficientes de qualidade de ensino. O aporte de recursos se deu a partir da adesão ao Compromisso Todos pela Educação e da elaboração do Plano de Ações Articuladas (PAR).
Em 2008, todos os 5.563 municípios brasileiros aderiram ao compromisso. O ministro da Educação, Fernando Haddad, telefonou pessoalmente para os 15 últimos prefeitos que ainda não haviam assinado o termo de adesão. No dia 30 de julho deste ano, foi completada a inscrição de 100% dos municípios brasileiros. Assim, todos os municípios e estados do Brasil se comprometeram a atingir metas como a alfabetização de todas as crianças até, no máximo, oito anos de idade.
O MEC dispõe de recursos adicionais aos do Fundo da Educação Básica (Fundeb) para investir nas ações de melhoria do Ideb. O Compromisso Todos pela Educação propõe diretrizes e estabelece metas para o Ideb das escolas e das redes municipais e estaduais de ensino.
Assessoria de Comunicação Social
Escrito por matt1 às 17h24
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Visitei ao site do Ministério da Educação no endereço eletrônico http://www.mec.gov.br.
Apresentação
A apresentação apresenta um padrão de quem parece que não quer ser visto sem despertar muito a curiosidade deixa muito a desejar, apesar de tudo o site apresenta boa navegabilidade
Pesquisa do IGC
Resultado da pesquisa do Índice Geral de Cursos – IGC,
Trabalho de avaliação de instituições in loco será facilitado
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08/09/2008 17:55:31
Novo indicador medirá qualidade das instituiç...
Estudantes, pais, professores e instituições de ensino superior (IES) poderão acompanhar com maior clareza os processos de avaliação dos cursos de graduação e pós-graduação, a partir do novo Índice Geral dos Cursos da Instituição (IGC), divulgado nesta segunda-feira, 8, no Ministério da Educação. O índice é construído com base numa média ponderada das notas de cada instituição. Assim, sintetiza num único indicador a qualidade de todos os cursos de graduação, mestrado e doutorado, e a sociedade poderá escolher melhor os cursos e as instituições.
Além de conferir mais transparência ao processo, o indicador também oferecerá subsídios consistentes ao trabalho de avaliação in loco de cada instituição. Todas serão avaliadas por especialistas em até doze meses, a partir desse mês.
De acordo com o ministro da Educação, Fernando Haddad, os resultados das visitas in loco e do desempenho dos estudantes eram muito discrepantes. Agora, os avaliadores irão a campo com todos os dados objetivos relativos a cada instituição para que as informações sirvam de guia para julgamento mais criterioso.
Após as visitas, disse o ministro, caso sejam identificados problemas, duas conseqüências serão possíveis. “Se especialistas diagnosticarem dificuldades, ou se sela um termo de compromisso de saneamento de deficiências, ou, no limite, haverá perda de prerrogativas de autonomia ou até o descredenciamento”, afirmou.
O termo de saneamento prevê medidas para melhorar a qualidade do ensino e pode implicar contratação de mais doutores, mudança do regime de trabalho dos docentes, investimento em infra-estrutura, entre outros fatores.
“O objetivo do processo como um todo é melhorar a qualidade do ensino superior no país, sobretudo daquelas instituições que não vêm demonstrando um grande compromisso com a qualidade”, destacou Haddad.
Segundo o ministro, o indicador também servirá para orientar a abertura de novos cursos. Caso o desempenho em cursos de uma instituição seja recorrentemente abaixo do esperado, a concessão de um novo crédito para novo curso, por exemplo, considerará os resultados do indicador de cursos. “O avaliador contará com o histórico da instituição”, ressaltou o ministro.
Ao todo, 173 universidades, 131 centros universitários e 1.144 faculdades isoladas, integradas e outros terão seu IGC divulgado, em valores contínuos (que vão de 0 a 500) e em faixas (de 1 a 5). Isso significa que, além de a instituição apresentar uma nota, de 1 a 5, será possível perceber gradações dentro da mesma faixa. Assim uma instituição pode ter nota quatro, mas estar muito próxima da nota cinco, por exemplo.
São utilizados no cálculo do indicador a média dos Conceitos Preliminares de Curso (CPCs) da instituição – componente relativo à graduação – e o conceito fixado pela Capes para a pós-graduação. A média dos conceitos dos cursos é ponderada, de acordo com o número de matrículas dos alunos entre os diferentes níveis de ensino (graduação, mestrado e doutorado).
Vejaastabelas. Saiba mais sobre o Índice.
Maria Clara Machado
Programas na Educação Superior
Pode-se consultar sobre a Educação de Nível Superior, pois existem Políticas e Programas na Educação superior identifiquei algumas como : Prouni, Fies, Reuni.
Leis de Diretrizes e Bases da Educação
Link para a Lei de Diretrizes e Base da Educação Nacional clique aqui
Escrito por matt1 às 17h20
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Criando oportunidades de aprendizagem continuada ao longo da vida
No passado a escola fornecia cerca de 80% da informação que um profissional necessitava; hoje se estima que a escola fornece cerca de 2% de todo o conhecimento que um profissional necessita.
Como a escola é uma das organizações que formalizam o aprendizado, em nosso país na nossa visão ela vem substituindo a sua verdadeira função que deveria ser a de organizar as idéias dos indivíduos com o envolvimento e compromisso, ou seja, motivar para tornar que o ensinar e o aprender se tornem prazerosos.
Na vida real neste ambiente de estudo logo nos primeiros anos o caçador ativo desaparece vindo a se tornar um receptor passivo perdendo até o interesse em aprender e ainda com este interesse voltado para experiências que estão acontecendo fora do ambiente escolar isto é com a ausência do ensino formal.
Após o ensino superior por vezes assumimos uma das duas funções ou caçador ativo ou receptor passivo as vezes nem um nem outro depende muito do estilo de aprendizagem e vai de acordo no contexto de sociedade ou comunidade na qual estamos inseridos.
O aprendizado não deveria depender apenas de aulas presenciais, mas porque o conceito de aprendizagem não deve estar restrito ao período escolar, portanto, a escola é um, dentre muitos outros, dos ambientes em que seria possível se adquirir o conhecimento.
Pensar na escola como se pensa hoje é agir isoladamente e continuar em um erro que é conhecido mas que muito pouco se faz para a mudança de um modelo ultrapassado que não produzirá melhores resultados.
Artigo “Criando oportunidades de aprendizagem continuada ao longo da vida”, de José Armando Valente, publicado na Revista Pátio.
Escrito por matt1 às 16h17
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