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Blog do Claudinho UniDF/ICAT-Curso de Didática do Ensino Superior


Brasil avalia se OCDE vale a pena

Até agora, avaliação é de que os custos econômicos e políticos da adesão ainda seriam altos. Nós próximos dias, o Ministério da Fazenda começa a avaliar as vantagens e os custos da possível adesão do Brasil à OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), o clube dos países mais ricos, cuja sede fica em Paris. Na terça-feira, a Fazenda publicou a portaria 404 no Diário Oficial, que nomeia dez representantes do grupo de trabalho que fará a análise. Até agora, a avaliação é de que os custos econômicos e políticos da adesão ainda seriam altos.

Politicamente, o País correria o risco de ser isolado e de perder articulação entre os países em desenvolvimento, principalmente na América Latina, a exemplo do que aconteceu com o México que, pelas mãos dos Estados Unidos, foi o primeiro país em desenvolvimento a entrar para a OCDE, depois de integrar o Nafta (Área de Livre Comércio da América do Norte). Depois, apenas a Coréia do Sul entrou.

Do ponto de vista econômico, o governo não quer engessar a capacidade de decidir sobre políticas públicas de desenvolvimento. Isso porque a OCDE possui regras de convergência em diversas áreas, inclusive macroeconômicas, embora não estabeleça metas. Os países membros têm obrigação de adotar as decisões. Um exemplo é o código de liberalização do movimento de capital ou a adoção de regras para combater a corrupção nas transações internacionais entre as empresas. Ou ainda a obrigatoriedade de adotar padrões internacionais de sanidade para frutas e vegetais. Ou seja, o Brasil teria que se comprometer com uma série de normas, para as quais pode não estar pronto.

As recomendações da OCDE não são obrigatórias, mas costumam ser adotadas por todos os membros, como os limites fixados para equalizar taxas de juros internacionais em financiamentos de empresas nacionais.

O Brasil adotou uma dessas regras em julho, quando a Embraer e a Bombardier, do Canadá, que é membro da OCDE, fecharam um acordo.

Por causa desses custos, segundo fontes do governo, a tendência é o País esperar pela adequação das diversas áreas de governo antes de dar esse passo. Não há data fixada para que isso ocorra, mas na avaliação da Fazenda e do Itamaraty, o Brasil só estará em condições de ser um membro pleno da OCDE no médio prazo. O grupo de trabalho fará esse levantamento.

Ao contrário da fixação do atual governo por uma vaga permanente no Conselho de Segurança das Nações Unidas, meta para a qual o governo possui estratégia definida, a discussão sobre a entrada na OCDE é reativa. É o Brasil que responde ao assédio da organização.
Desde que começou a se interessar pelo aprofundamento do diálogo com as grandes economias emergentes, no fim dos anos noventa, a OCDE vem se aproximando desses países. Com as mudanças no cenário internacional e maior peso de economias emergentes, além de Brasil, China, Rússia, Índia e entre outras, a OCDE percebeu que só vai manter o espaço que possui na arena internacional se incluir essas economias. Por isso, abriu a esses países a participação em comitês. O Brasil participa do Comitê do Aço da OCDE como membro permanente e, como observador, está em outros oito comitês. A cooperação tem sido crescente desde 1998 e em 2006 o Brasil participou de 106 reuniões e fóruns da OCDE.No dia 27 de agosto, a Fazenda publicou portaria instituindo o grupo de trabalho parta estudar o ingresso do país na OCDE. No dia seguinte corrigiu a portaria e esclareceu que o grupo vai analisar o aumento da cooperação entre o país e a OCDE, com o objetivo de um possível ingresso no futuro. De acordo com a Fazenda, houve um equívoco na redação do texto.
A criação do grupo foi uma resposta à última assembléia da organização, em maio, quando os membros do clube levantaram a hipótese, ao examinarem a situação dos países não membros com os quais a OCDE coopera.

Na ocasião, o organismo criou dois grupos. Um dos países que estão em processo de adesão, que incluiu a Rússia, que tenta entrar para a OCDE há dez anos, o Chile, que pediu adesão no ano passado, além de Israel, Eslovênia e Estônia. E outro grupo dos países com os quais ela quer aumetar a cooperação com vistas a formalizar um convite no futuro. É o caso de Brasil, China, Índia, África do Sul e Indonésia. Mas, de acordo com a resolução da organização, a adesão depende dos membros considerarem que o candidato não só deseja, mas está apto a seguir suas práticas, políticas e padrões.

Segundo o Itamaraty, para o Brasil não interessa uma OCDE que queira a adesão como forma de converter esses países em seus modelos, mas que seja flexível com suas políticas de desenvolvimento.

Cláudia Dianni

FONTE:
Gazeta Mercantil


Publicado em: 20/09/2007



Escrito por matt1 às 17h15
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27 de maio de 2008

Inep realiza o pré-teste do Pisa 2009

De hoje, dia 27, até a próxima sexta-feira, dia 30 de maio, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) realizará o pré-teste do Pisa 2009. O pré-teste será aplicado em 61 escolas de ensino fundamental e médio de todo o País. Sua aplicação tem como objetivo promover a validação dos novos itens, além de desenvolver pesquisa de campo que possibilite a revisão e o ajuste das metodologias e dos instrumentos que irão compor a aplicação definitiva do Pisa em 2009. Estima-se que esse pré-teste envolva a participação de cerca de 2.500 alunos.

O Pisa (Programa Internacional para Avaliação de Alunos) é uma avaliação que ocorre desde 2000 e que se repete a cada três anos. São avaliados estudantes de 15 anos de idade. O objetivo do Programa é produzir, em todos os mais de 60 países envolvidos, indicadores de desempenho estudantil voltados às políticas educacionais, fornecendo orientações, incentivos e instrumentos para melhorar a efetividade da educação. Além disso, o teste possibilita aos países participantes a comparação internacional dos desempenhos. A próxima edição será em 2009 e terá como foco a Leitura.

O pré-teste do PISA é uma etapa importante do programa porque serve para garantir a comparabilidade internacional da avaliação. Esta etapa será realizada por todos os países participantes do PISA 2009. A amostra brasileira de escolas para o pré-teste foi selecionada com base no mesmo plano amostral que orientou a última edição do PISA, em 2006, tendo como estratos principais as unidades da federação e levando em conta a proporcionalidade de cada estrato em relação ao universo de alunos.

Uma novidade que se espera implementar na próxima edição do Pisa, e que também será pré-testada, é aplicação dos instrumentos a alunos que não representam a população-alvo do PISA, mas que estejam cursando o primeiro ano do ensino médio, que é, no caso brasileiro, o ano modal da população-alvo. Essa nova pesquisa tem por finalidade avaliar até que ponto a defasagem idade/série afeta o desempenho dos alunos brasileiros nesta avaliação internacional.

Assessoria de Imprensa do Inep



Escrito por matt1 às 17h12
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20 de junho de 2006

Inep recebe visita de dirigente educacional da OCDE

O Inep realiza na quarta-feira, 21, uma reunião entre sua diretoria e Andreas Schleicher, dirigente da OCDE – Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico. Schleicher é o responsável, na instituição, pela área de indicadores educacionais e análise de dados. Um dos objetivos do encontro é aproximar as pesquisas da autarquia brasileira dos padrões internacionais, o que permitirá melhores comparações com os indicadores de outros países.

A OCDE é um órgão internacional e inter-governamental que reúne os países mais industrializados, com o objetivo de potencializar seu crescimento econômico e colaborar com o desenvolvimento dos países associados. O organismo tem comitês especializados em temas diversos da economia internacional e das políticas públicas, sendo a Educação uma delas. A entidade reúne 30 membros plenos, mantém relações localizadas com outros 70 países e coopera com organizações internacionais e regionais em todas as áreas de sua competência. Seus membros representam cerca de 65% do PIB mundial.

O Brasil não é membro da OCDE, mas tem tido participação crescente junto à organização, sendo solicitado, de forma regular, a participar de seus trabalhos. O Pisa – Programa de Avaliação Internacional de Estudantes – é um dos programas da organização dos quais o Brasil participa. A preocupação em produzir dados passíveis de comparação internacional tem pautado as ações do Inep, que segue o padrão de operacionalização da OCDE na coleta e análise de dados, bem como nos indicadores pesquisados.

Nessa reunião entre dirigentes do Inep e o representante da área de educação da OCDE será discutida a participação do Brasil em outros programas educacionais: o Ines e o Talis. O Ines é um projeto que pretende gerenciar a coleta de dados educacionais, padronizar fontes de dados nacionais e desenvolver indicadores internacionais. Entre suas diversas funções, estão o desenvolvimento de indicadores sobre sucesso educacional, sobre o funcionamento das escolas, sobre a transição da escola para o mercado de trabalho, entre outras. O Talis tem como objetivo construir indicadores de comparabilidade internacional de forma a auxiliar países no desenvolvimento de suas políticas para professores, ensino e aprendizagem.

Assessoria de imprensa Inep/MEC: (61) 2104 8037 – 2104 9563 – 2104 8023

 



Escrito por matt1 às 17h09
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O Sorriso de Monaliza

 

É muito  interessante abordagem do filme  quanto ao  tema pedagógico e para que  todos observem  com outros  olhos  a hipocrisia das famílias da época  em manter as aparências onde  a sociedade americana  pretendia apresentar para o mundo como um modelo de família a ser seguido nos anos 40 e 50  

            Chamou-me a atenção neste filme a flexibilidade, a capacidade da professora se superar perante o desafio das super alunas, quando percebe isto Watson quebra o protocolo e insere algumas variações didáticas fazendo que as alunas pensem sem o decoreba das apostilas.

Ela apresenta uma paixão pelo que faz e tenta com suas aulas preparar as meninas para a realidade do mundo mesmo com a vigilância tradicional dos professores mais antigos e da própria diretoria em uma formação em que a mulher só servia ao marido e a família.

Um algoritmo de computador desenvolvido na Holanda pela Universidade de Amsterdã, em colaboração com a Universidade de Illinois nos Estados Unidos, descreveu o sorriso de Mona Lisa como uma mulher 83% feliz, 9% enjoada, 6% atemorizada e 2% incomodada.

Poderia este resultado fazer algum tipo de referência ao filme que assistimos ? deixo aquí  no Blog a pergunta para a reflexão do grupo



Escrito por matt1 às 17h07
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Escrito por matt1 às 08h24
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